Santo Sinto. Cintos coloridos e solidários para todos os corpos e personalidades

2020/07/13

Estudou interpretação, fundou uma produtora de anúncios publicitários, mas a crise de 2012 trocou-lhe as voltas e levou-a para a área das finanças. Mariana Centeno é do Porto e depois de quatro anos a viver em Paris, regressou a Portugal com o desejo de ficar.

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A morte de alguém próximo fez com que optasse por se vestir de preto, azul escuro ou cinzento, descobrindo, mais tarde, nos cintos um toque de cor e irreverência que lhe fazia toda a diferença e todo o sentido. “A cor acabou por conseguir influenciar a minha forma de estar e o meu estado de espírito de forma positiva. Quis que isso se multiplicasse para outras mulheres”, conta ao Observador.


Foi com a intenção de mudar de vida que em 2019 decidiu criar uma marca própria especialista neste acessório feminino, por vezes sem grande protagonismo. Os cintos da Santo Sinto são feitos à mão com 100% em pele em fábricas no norte do país, dividem-se entre três modelos com fivelas de formas diferentes, seis cores e quatro tamanhos disponíveis. “A ideia é manter estes modelos de fivelas como base e todas as estações ir variando nas conjugações de cores e materiais.”


Todos os cintos da marca têm um nome próprio associado e um preço único, de 119€, cujo 10% do lucro reverte para uma causa social. “O objetivo é ajudar associações de solidariedade social em causas que podem ir da maternidade aos animais. Todas as temporadas pretendemos doar a uma associação diferentes.”


A Santo Sinto vende exclusivamente online e aposta na personalização dos seus produtos, prova disso é a cliente poder escolher entre um fuzilhão dourado ou prateado e ainda gravar as suas iniciais na ponta do cinto. A sustentabilidade e o meio ambiente são também uma preocupação da marca, que opta por embalagens feitas de material reciclável e livres de plástico.

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